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quarta-feira, 19 de junho de 2024

Chico Buarque 80 anos

 



Olá, meu leitor!

Hoje, 19 de junho, um dos maiores compositores e letristas da música brasileira está completando 80 anos: Chico Buarque.

As músicas dele tem melodias bem elaboradas e letras bem feitas, com métrica e rima de qualidade. As músicas dele foram e ainda são motivos para eu gostar de violão, e são sempre um desafio. Como diz um amigo meu, Chico sabe música e sabe português.

Seria injustiça minha dizer qual é minha música favorita, mas posso citar algumas, sem desmerecer as demais: A banda, Geni e o zepelim, Umas e outras, A Rita, Cotidiano n 2, Os saltimbancos etc etc.

Parabéns, Chico!


quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Duas perdas hoje: Gal Costa e Rolando Boldrin

 



Olá, meu leitor,


Hoje aconteceram duas perdas importantes no cenário artístico nacional: Gal Costa e Rolando Boldrin.


Gal Costa, uma das vozes femininas mais bonitas que este país já ouviu. Algumas de suas interpretações são inesquecíveis: Aquarela do Brasil, Luz do sol, Baby, Um dia de domingo, Faltando um pedaço, e tantas outras.

Rolando Boldrin, ator, cantor, compositor, apresentador, alegrou nossas manhãs de domingo com o programa Som Brasil, na Globo, e mais recentemente, Sr Brasil, na Educativa. Autor da inesquecível música Vide vida marvada, e tantas outras.

Vão em paz...





terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Morre o cantor e compositor Tunai



O cantor e compositor Tunai morreu na manhã deste domingo, 26 de janeiro, de causas ainda não confirmadas, em sua casa, no Rio de Janeiro. Segundo o produtor Bruno Felga, responsável pela agenda de shows de Tunai, o músico não tinha nenhum problema de saúde e a morte foi uma surpresa para a família.
O horário e local do velório ainda não forma definidos. Mas deve haver uma cerimônia no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, e outra na cidade natal de Tunai, Ponte Nova, Minas Gerais.
Irmão de João Bosco, Tunai teve a música como parte de sua vida desde a infância. Sua mãe, Maria Auxiliadora de Freitas Mucci, a dona Lilá, tocava violino num grupo de serestas e mantinha também um coral.
Seu principal parceiro, Sergio Natureza, foi apresentado por João Bosco em 1977. Com ele, compôs seus maiores sucessos, como "Se eu disser", famosa na voz de Fafá de Belém; As aparências enganam", gravada por Elis Regina; e principalmente "Frisson", tema da novela "Suave veneno", de 1984. A canção ganharia muitas versões ao longo dos anos, nas vozes de artistas como Elba Ramalho e Ivete Sangalo.
Também cantor, ficou mais conhecido como compositor, tendo sido gravado pelas maiores estrelas da música brasileira nos anos 1980, entre elas Gal Costa ("Eternamente" e "Olhos do coração"), Fagner ("Azul da cor de um blues"), Jane Duboc ("Doce mistério"), Emílio Santiago ("Perdão") e Zizi Possi ("Numas").
Em 2019 fez turnê por várias cidades do país com o espetáculo "Saudade de Elis", em dueto com o pianista Wagner Tiso.
Tunai, descanse em paz...

domingo, 30 de julho de 2017

Os grandes encontros



Olá, meu leitor!

Um encontro de feras da música geralmente acaba em coisa muito boa, e a MPB tem vários bons exemplos disso.

Há 20 anos, acontecia um desses: O Grande Encontro, com Alceu Valença, Geral Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho. Um disco perfeito, primoroso, irretocável. Em resumo, fantástico! Várias faixas gravadas ao vivo de verdade, não como esses "ao vivo" ensaiados por esses "artistas" de hoje em dia, empurrados nas nossas goelas e ouvidos pelas gravadoras.

O segundo volume, gravado em estúdio, também primoroso pela qualidade técnica e artística, desta vez sem Alceu Valença, com  repertório perfeito.



O terceiro volume foi o que menos gostei, embora ainda seja muito bom, acima da média. Teve a participação de outros artistas, como Lenine.



Nesse meio tempo, foi lançado outro encontro de feras, também primoroso e irretocável: Pessoal do Ceará, com Belchior, Amelinha e Ednardo. Todas as faixas são ótimas. É disco para ouvir a vida toda.



E hoje, acabei de ver no Fantástico o lançamento de mais um grande encontro de feras, Três Ases e um coringa, com Gilberto Gil, Gal Costa e Nando Reis, que vão começar a rodar o Brasil. Deve sair um CD, estou ansioso para ouvir.

Até a próxima. E boas audições!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Belchior



Soube há pouco da morte do inesquecível Belchior, grande compositor brasileiro, nordestino cearense, que soube fazer poesia como poucos, além de letras de profundo sentido, retratando a vida nossa de cada dia.


Belchior, que estudou medicina e foi seminarista (essa eu não sabia), nasceu em Sobral, Ceará, em uma família muito numerosa e, como tantos nordestinos, teve que ir para o sul maravilha para poder mostrar e viver de sua arte.

Belchior, autor de músicas inesquecíveis, como A palo seco, Como nossos pais (imortalizada por Elis Regina), Mucuripe, Divina comédia humana, Alucinação, e tantas outras... Infelizmente, nunca teve o reconhecimento devido da chamada grande mídia. Encontrei este texto no facebook, que achei perfeito, atribuído a Golbery Lessa, que reproduzo aqui:

Caetano não canta Belchior

Seria bom para a música brasileira que a morte de Belchior destravasse a reflexão e o diálogo sobre o significado sociológico, estético e político de uma geração de importantes compositores e intérpretes nordestinos não tropicalísticas surgidos nos anos 1970. Ao contrário do que ocorreu com Gil e Caetano, que foram guindados pela crítica mais prestigiada a unanimidades nacionais, os outros compositores nordestinos da mesma geração, como Belchior e Zé Ramalho, apesar de consagrados pelo público, nunca alcançaram o mesmo status dos tropicalistas em termos de crítica. Um genial compositor como Belchior viveu grande parte de sua carreira na contraditória situação de ser reconhecido por milhões de pessoas e marginalizado pelos grandes meios de comunicação. Como quem morre não pode mais contestar o status quo e, portanto, pode virar cult sem colocar o estabelecido em risco, talvez a partir de sua morte Belchior passe a ser mais valorizado e reconhecido pela crítica como um dos principais construtores da moderna MPB.

Passou os últimos anos de vida desaparecido da mídia, recluso, e assim morreu no Rio Grande do Sul.

Vai em paz, Belchior!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Violeiro Andarilho 01 - Canta coração



Olá, meu leitor!

Ontem à tarde, estava em casa, em uma rara tarde de folga, tocando violão, a pretexto de experimentar um violão que tinha chegado da recauchutagem, e minha esposa resolveu me filmar. Eu pensei que ela só ia tirar umas fotos, mas ela filmou a música todinha!

 Aí, me toquei que neste blog, apesar de ser o Violeiro Andarilho, não tinha nada meu tocando uma coisinha - aí resolvi quebrar o jejum; e acho que vou publicar outros depois, à medida que for criando coragem pra gravar.

Até a próxima! Grande abraço!



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Altamiro Carrilho



O Brasil e a Música estão de luto: morreu Altamiro Carrilho, um dos maiores músicos do Brasil, talvez do mundo, em sua especialidade: a flauta.

Altamiro Aquino Carrilho nasceu no dia 21/12/1924, em Santo Antonio de Pádua, RJ e faleceu hoje, 15/08/2012, no Rio de Janeiro.

Dono um bom humor contagiante, tinha a simplicidade dos gênios. A flauta, em suas mãos, quase falava. Compôs mais de 200 músicas e produziu mais de 100 discos. Chegou a se apresentar em cerca de 40 países.

Aqui, um pequeno trecho do grande mestre em ação:



Leia mais aqui: